Presença confirmada de Karim Scharf no #DigipixDay

Estamos com o time quase completo de palestrantes apresentados aqui. Esperamos que você esteja adorando assim como nós estamos!

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Hoje vamos falar de Karim Scharf, mais uma palestrante que vai estar conosco no palco, dividindo suas experiências e dando dicas muito especiais.

Karim atua como profissional há 11 anos, ministra cursos no Brasil e exterior, e é especialista em fotografia de família.

Olha que delícia de bate-papo com ela!

Karim Scharf
Foto: Karim Scharf.

Imagino que cada vez que você participa de um evento é uma forma de relembrar sua própria trajetória?
Com certeza. Sempre que sou convidada a participar como palestrante, além de ser uma grande alegria é também um bom momento para reflexões. A primeira delas, sem dúvida, é lembrar quando iniciei minha carreira e do quanto construí e conquistei nesses 11 anos.

O que passa na mente?
Passam lembranças dos mestres, dos cursos, dos professores, dos colegas, dificuldades, descobertas e do quanto os congressos foram e são importantes para a evolução profissional. Por outro lado, é importante avaliar que estar no palco conversando com tantas pessoas que estão em busca de informação traz uma grande responsabilidade.

Por quê?
Em primeiro lugar, porque naquele instante você está a serviço de toda uma comunidade de fotógrafos, compartilhando informações que devem ajudar no crescimento coletivo, fortalecendo assim o nosso mercado. Especialmente, porém, acredito que é preciso motivar cada um deles a seguir em frente, a não desistir, a buscar inspiração e referências para que todos cresçam e encontrem a própria identidade.

Qual o assunto ligado à fotografia que você mais gosta de falar?
Fotografia é sempre o assunto, não importa a área, mas sou apaixonada por fotografia de família: gestante, newborn, crianças, em qualquer tipo de ambiente. Atuo, porém, fortemente com fotografia newborn, no meu estúdio que fica na zona sul de São Paulo. É um ambiente bastante acolhedor, planejado para receber as famílias e os bebês com muito conforto. Agora, os meus olhos brilham mesmo para falar de direção de fotografia. Realmente me dedico a entender o perfil das pessoas, a conversar com elas a fim de descobrir a melhor forma de tornar o ensaio de lifestyle o mais natural possível. Tenho sempre em mente que somos contratados para registrar aquele momento da família, independentemente da fase que estão vivendo. Então, tenho que tornar meus ensaios produtivos e quero que eles sejam o mais próximo da realidade, o mais natural. Ainda mais quando estamos falando de não modelos. Então, estudo sobre técnica, estilo de direção e arquétipos, além de formas de aplicar esse conhecimento em sessões com as famílias que eu fotografo.

Em suas horas vagas, o que você gosta de fazer para ter inspiração?
Esvaziar a mente é sempre um bom exercício. Você acaba abrindo espaço para o novo, para o inesperado. E cabe a você estar preparado para transformar esse novo em inspiração. Acho que viagens em família são fontes maravilhosas para isso. É normalmente quando estamos mais relaxados, conhecendo lugares, pessoas, culturas diferentes, que nos tornamos mais receptivos. Normalmente acabo encontrando inspiração em cenários análogos, completamente diferentes do mundo da fotografia. E levo isso para meus ensaios. Costumo voltar de viagens bombada de inspirações, que não vem da área da fotografia, nem das artes plásticas, cinema ou teatro. Vem de uma música, de um tempero, de uma textura.

Qual é a importância da fotografia impressa?
Minha mãe foi responsável por manter a memória de meus avós sempre viva, através de histórias e caixas e mais caixas de fotografias. Sei muito sobre eles e reconheço que faço parte dessa história quando vejo fotos deles espalhadas pela casa. Eles estão lá nos porta-retratos nos lembrando sobre sermos uma família, sobre o que construímos, especialmente sobre pertencimento, sobre parte de um núcleo familiar cheio de amor. Gosto de olhar para eles e saber de onde vim.

E você naturalmente também acaba fazendo isso em sua própria família…
Faço a mesma coisa com meus filhos. Quero que eles vejam nossa família espalhada pela casa. Não posso imaginar que pessoas queiram as fotos das pessoas que amam dentro de um dispositivo, que, possivelmente, em alguns anos não será capaz de abrir. Fico pensando em como seria se as fotos de meus avós, de meus pais, filhos ou marido, estivessem em disquetes, provavelmente eu já teria esquecido alguns deles, porque já se foram, além dos detalhes como a cor dos olhos, ou qualquer outra característica que mostre que somos parecidos. Em pouco tempo, acredito que nem haverá mais leitor de pen drive. Aí é que entra o nosso papel como fotógrafo, de criar em nossos clientes consciência da importância da fotografia impressa. Porque não tem nada mais delicioso do que reviver memórias folheando um álbum de fotos, revirando caixas de fotos antigas, revendo pessoas, redescobrindo memórias que às vezes adormecem.

Qual sua expectativa para o Digipix Day?
A melhor possível. Eu sou 100% Digipix, desde o início da minha carreira. Sempre achei na empresa o apoio que eu precisava, desde suprir as expectativas dos meus clientes, com produtos de alta qualidade, quanto superar minhas próprias expectativas de atendimento, de cuidado, de carinho pessoal. Também será legal reencontrar pessoas que fazem esse evento acontecer, assim como meus colegas de profissão, amigos e até conhecer novas pessoas pelos corredores. Tudo isso certamente faz do Digipix Day um dia especial, divertido e repleto de conhecimento. Estou contando os dias aqui.

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